#21 // abra antes do carnaval chegar.
para todas as mulheres que se conectam comigo.
Sei que muitas de vocês que estão aqui lendo isso se sentem tocadas (ou minimamente curiosas) com meu trabalho entre mulheres. No entanto, por algum motivo, é uma proporção muito pequena que sente o ímpeto de me mandar uma mensagem.
Demonstrar seu interesse por algo é uma forma de sinalizar que ali tem um novo caminho com desejo de expansão. Esse singelo movimento que eu considero o primeiro passo de uma longa jornada.
Essa semana recebi este áudio em um dos grupos de mulheres tão especiais que compôs minha imersão FOTO.SÍNTESE, há mais de um ano atrás. Dessas mensagens que dá vontade de guardar em um potinho:
Quando criei minhas primeiras imersões com mulheres em 2018, a proposta era completamente diferente do que é hoje, mas eu tinha um objetivo que segue sendo o mesmo: criar um exercício prático de sororidade e expandir o que uma mulher é capaz de ser para além da imagem que carrega sobre si.
Sabe quando você sente que plantou uma sementinha em terra fértil, mas não faz a menor ideia do que aquilo pode se tornar um dia?!
É exatamente isso que eu sinto no trabalho que conduzo com as mulheres na FOTO.SÍNTESE. Enquanto estamos lá, completamente imersas na natureza, despertando a mulher selvagem que existe na nossa essência e explorando novas formas de expandir a liberdade feminina, algo transcende e ganha vida própria.
Ao longo de todos esses anos, fui me transformando junto de cada imersão. Poderia afirmar que “transformador” é o adjetivo que mais escuto das mulheres que participam — e isso se faz nítido, mas a verdade é que nunca conseguiremos dimensionar todas as camadas que aquilo reverbera.
Por outro lado, infelizmente é bastante comum eu receber mensagens assim, tomadas por um misto de coragem e medo. Ao contrário de quem guarda pra si, ela manifestou sua vontade, e sinto que isso já é um grande começo. Mas me sinto triste em pensar que tantas mulheres sentem um desejo genuíno de se libertar, mas algo maior ainda as aprisiona. E eu nem estou falando sobre ficar nua, porque despir-se de roupas é a menor das camadas que nos despimos durante a imersão — e muitas vezes sequer é sobre isso.
Se quiser ler alguns relatos que vieram junto:



Me faz pensar que nunca nos sentimos prontas para algo assim porque estar pronta não é um sentimento, mas sim uma DECISÃO. Uma escolha que gera ação, movimento e transformação no instante que honramos um compromisso com nós mesmas.
Sem me prolongar muito hoje, venho aqui reforçar meu convite para mergulhar na minha próxima imersão, que vai rolar de 27/02 a 01/03 e ainda tem vaga. Aqui neste link tem todos os detalhes relevantes, mas me coloco à disposição para conversarmos diretamente pelo whatsapp. Vamos compartilhar muita intimidade e é fundamental que a gente crie uma conexão.






E aí, como esse convite chega aí?
Se faz sentir, é porque faz sentido.
Até o próximo chá.mego!
Com afeto, Patchi.




